quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Revelação - Ana Paula Renata Peixoto Fernandes

Na noite a sombra atormentada
De diversas tardias esperanças
Abuso da meiguice ou inocência
Diante de fatos inesperados,
Segue sempre a mesmice calada
De pessoas que se calam perante
Suas próprias vontades , desejos
De algo que nunca ocorre.
Em meio várias vigílias
Seguem as almas intranquilas
Revelam suas mórbidas vontades
Sabendo que não serão suas sinas.
Ter em sua essência uma luz,
Que as direcionem ao bem
Incertas de que não só vagueiem
Por caminhos tortuosos
Em meros esvanecer de solidão.
Pronta a semear imensidão
De tudo aquilo que te inquieta
Seguem almas encobertas,
De mais puro ardor e invasão.
A noite se faz companheira
As vontades além de verdadeiras
Sem medo de total escuridão.
Vais almas perambular entre as noites
Tirar total reluzir

Um comentário:

  1. Gostei desta poesia.
    Um gosto ter tido a oportunidade de a ler.
    Um abraço
    Irene Alves

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